Artista plástico, Rafael Jonnier apresenta exposição individual em Cuiabá

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Tendo como proposta transformar a galeria em seu universo, com algo inovador e provocante para o público, o artista plástico, Rafael Jonnier, apresenta sua exposição individual: Pescando Sonhos, na Casa do Parque a partir de 1º de março. As 20 obras da nova fase refletem um pouco da sua infância e cotidiano baseados em experiências, pesquisas, referências e práticas de rua, com toques particulares.

“Por mais que seja um nome clichê, sonhos, é o que resume a minha vida. Desde criança fui uma pessoa muito sonhadora e sempre correndo atrás, sempre na prática. Hoje eu me sinto muito preparado para assumir essa exposição e ela vai acontecer no momento certo da minha carreira”, declara Jonnier.

Pescando Sonhos sintetiza todos os anos de estudos e prática pintando viadutos, paredes, telas, objetos, colocando intervenções, colagens, texturas e efeitos na exposição dando liberdade para as pessoas conhecerem o seu íntimo. “Quero compartilhar com o público minhas lembranças de infância, meus momentos marcantes de mudanças e minhas conexões íntimas e espirituais, por meio de 20 telas inéditas”, afirma o artista.

Trazendo uma produção diferente daquelas que as pessoas estão acostumadas a ver em suas obras, a exposição também reflete uma mudança no estilo do jovem, que começou sua carreira pintando Pop Art.

A história familiar é uma das influências que Jonnier faz questão de retratar em sua arte, prova disso é o personagem ‘Pescador de Sonhos’, ilustrado em muros no Centro Histórico. A inspiração veio de um sonho e o nome, em razão de seus avós serem pescadores. Tudo isso será demonstrado na exibição, com obras que homenageiam a avó que costurava, a fase em que pensou em desistir de tudo e as várias etapas que passou para chegar onde está hoje.

Buscando levar positividade e fazendo com que o público se envolva com a arte, Rafael, convida as pessoas a mergulharem na nova proposta. “Eu quero ter uma interatividade com o público, atraindo novas pessoas que vão começar a olhar a arte de outra forma”, finaliza.

 

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