Entusiasmado com a política, Gilmar Fabris (PSD) é pré-candidato a deputado estadual

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Trabalhando com afinco para retornar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, após a disputa eleitoral para deputado federal, nas eleições de 2022, quando obteve 30.419 votos, sem conseguir ser eleito, Gilmar Fabris (PSD), tem conversado com lideranças partidárias, classes trabalhistas e população, em mais de 90 cidades de Mato Grosso, por onde tem levado suas propostas numa pré-campanha, desta vez, para deputado estadual, nas eleições de outubro deste ano.

Em entrevista a um site de Cuiabá, Gilmar justificou, que nasceu para atuar na política, sem nunca pensar em se aposentar. “Acho que é muito cedo para parar. Acredito que temos que morrer fazendo o que gostamos e gosto de atender as pessoas. Parar para fazer o quê? O que não gosto? Argumentou, Gilmar, que tem planejado visitar as 142 cidades de Mato Grosso, para apresentar suas propostas de deputado estadual.

Com um histórico de sete mandatos na política e com apoio de vários prefeitos, que respeitam e reconhecem as ações parlamentares de Gilmar Fabris, nos municípios. Entre leis aprovadas e emendas parlamentares, o pré-candidato do PSD tem obtido respaldo com pedido do seu retorno ao legislativo para contribuir com o desenvolvimento das cidades. “Só sabemos do que fizemos na campanha, quando as urnas são abertas, mas por onde passo, o eleitor tem pedido minha volta e vejo respeito nisso”, disse Gilmar.

Se eleito for, ele pretende retomar os antigos e calorosos debates políticos na tribuna do legislativo estadual, por entender que falta foco político, na atual Assembleia Legislativa, diferente de décadas atrás, quando os deputados legislavam com base na constituição estadual e federal. “Falta articulações políticas junto ao governo e ficam muito nas declarações de internet e isso, interferiu na relação entre os deputados, governo e até coma população. Não vejo projetos de interesse público nem para os servidores”, observou.

Ao criticar a polarização política no país, Gilmar afirmou, que o grupo de direita está desunido para as eleições majoritárias no Brasil e para o governo em Mato Grosso. Na sua avaliação, o fortalecimento da candidatura do vice-governador, Otaviano Piveta (Republicanos), passa pelo apoio incondicional do União Brasil, do empenho do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos) e demais partidos, que se intitulam da base do governo Mauro Mendes (UB). “No meu entendimento, do que jeito que o cenário está, são candidatíssimos a derrota”, afirmou.

Para ele, as candidaturas de Welington Fagundes (PL), Otaviano Piveta (Republicanos), Jaime Campos (União Brasil) e Janaina Riva (MDB), têm potencial, mas há indefinições que deixam o cenário político ruim para o eleitor. “Todos falam que são candidatos. Todos são fortes candidatos, mas ainda há indefinições dos partidos”, disse.

Em relação as candidaturas à Presidência do Brasil, Gilmar entende que a direita é fraca diante dos interesses pessoais de cada candidato. “Acho impossível a união da direita na próxima eleição. Eles não se falam e também são favoritos a uma grande derrota”, avaliou Gilmar.

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