Benedito Nunes deixa legado para a cultura mato-grossense

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) lamenta o falecimento do artista plástico Benedito Nunes, uma perda imensurável para a cultura mato-grossense e brasileira. Classificado muitas vezes como impressionista, e até chamado de Van Gogh do Cerrado, era um artista contemporâneo que retratava a natureza e o cotidiano.

Ganhou vários prêmios, entre eles o Salão Jovem Arte Mato-Grossense e, em 2014, foi indicado ao Prêmio Pipa, um dos mais importantes das artes visuais no Brasil. Participou de importantes exposições no Brasil e fora do país.

A sua obra está presente em vários cantos da capital mato-grossense, embelezando murais, residências, órgãos públicos e estabelecimentos comerciais. Benedito Nunes também está na coleção da Secel, sendo a primeira obra a ser contemplada por quem chega ao último piso da sede da Secretaria, na avenida Lava Pés, em Cuiabá.

Nascido em 1956, era pintor, desenhista, professor e escultor. Morreu aos 63 anos, mas deixou um legado para a arte mato-grossense. Entre os espaços que receberam sua arte estão o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, este último com obras do artista em sua coleção.

O corpo está sendo velado na Capela Jardins, em Cuiabá. Amigos e familiares estão organizando um evento para arrecadar fundos para as despesas do funeral. Será um sarau, na Casa Cuiabana, e a data ainda será definida.

Conheça um pouco da obra do artista: https://www.premiopipa.com/pag/benedito-nunes/

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