Deputado comemora decisão do TCU garantindo a construção de Ferrovia na região Araguaia

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O deputado estadual Dr. Eugênio Paiva (PSB), morador da cidade de Água Boa e único representante politico estadual de Mato Grosso da Região Araguaia comemorou a decisão do Tribunal de Contas da União que antecipou na ultima semana, autorização de renovação dos contratos de concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) no Pará, e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) entre Minas Gerais e o Espirito Santo.

O parlamentar informou que a decisão vai ajudar diretamente na construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) uma das principais necessidades de infraestrutura de Mato Grosso e da região Araguaia.

As duas ferrovias são administradas pela Vale S/A, e de acordo com os direitos de concessão a serem pagos pelos novos contratos a empresa terá que investir parte dos recursos cerca de R$ 2,73 bilhões na construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) entre Mara Rosa (GO) e Água Boa (MT).

A nova Ferrovia vai ser responsável pelo escoamento da produção de grãos do Vale do Araguaia até a Ferrovia Norte-Sul, criando acesso aos principais portos do Brasil, além disso, a Vale S/A, terá que investir na construção de outro trecho ferroviário entre Cariacica e Anchieta, no Espírito Santo.

Os novos trechos de ferrovias a serem construídos, vão reforçar a infraestrutura e a logística de transporte de duas grandes regiões produtoras do Brasil, a construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste – FICO, vai ser interligada a diversas Rodovias Estaduais e Federais que cortam o estado de Mato Grosso.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirma que “o investimento cruzado, utilizando outorgas de concessões ferroviárias, é uma das principais estratégias do governo federal para dobrar a participação desse modo na matriz de transportes nacional.” Freitas também disse que os novos contratos considerados mais modernos e com um alinhamento aos interesses públicos, prevendo ainda novos investimentos de R$ 9,8 bilhões na EFC e de R$ 8,5 bilhões na EFVM.

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