Sem trem, usuários de Cuiabá e Várzea Grande aguardam o transporte rápido de ônibus

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O governador Mauro Mendes (DEM) anunciou nesta segunda-feira (21),  que não vai retomar as obras  do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) entre as cidades de Cuiabá e Várzea Grande. O governo optou pelo (Bus Rapid Transit ou em português, Transporte Rápido de Ônibus (BRT).

Em coletiva a imprensa, o governador afirmou que a decisão foi tomada após conclusão de estudos feita com técnicos do Estado e do Governo Federal. Segundo ele, questões técnicas e econômicas subsidiaram a decisão.

Segundo o governador, foram feitas mais de 20 comparações entre os dois modais e a maioria delas apontou a viabilidade da mudança do VLT para o BRT. Entre os principais, destacou o democrata, está o tempo de conclusão da obra, valor para conclusão e da tarifa.

Por exemplo, para concluir o VLT o Estado necessitaria desembolsar mais R$ 763 milhões, enquanto que o BRT, já com a aquisição dos 54 ônibus elétricos, a expectativa é de gastar R$ 430 milhões.

O tempo de conclusão para as obras também põe em vantagem o BRT, que tem estimativa de ser concluído em 24 meses. Já para o VLT, seriam necessários 48 meses.

A tarifa para o BRT também é mais barata, comparada ao VLT. Os usuários andariam no BRT ao custo de R$ 3,07 e o VLT seria a R$ 5,38.

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