FIEMT teme que decreto estadual afete a produção e os empregos em MT

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Foto: PNB

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), Gustavo de Oliveira teme que mais de 2  mil indústrias sofram impactos negativos com o novo decreto do governo Mauro Mendes (DEM) para conter a Covid-19 em Mato Grosso. A situação é vista com muita preocupação por Gustavo de Oliveira que visualiza a possibilidade de novos desempregos. Essas medidas têm como efeito colateral, a possibilidade no aumento do desemprego. “Os empresários têm que se preocupar com a segurança dos seus colaboradores, clientes e fornecedores”, disse.

Segundo o dirigente, pelo perfil geral de 20% do total as indústrias trabalham com atendimento ao público, no setor de panificação, de metal mecânica e tantos outros. Essas empresas já vão ter restrições de funcionamento de horário, em relação ao habitual com atendimento. “O decreto não muda o andamento na parte industrial, mas o atendimento ao público fica restrito”, analisou.

Gustavo de Oliveira avaliou que as restrições podem causar demissões a curto prazo no segmento. Para ele, na medida que afeta o horário de abertura de muitos estabelecimentos, faz com que o perfil de consumo mude. Exemplo, são as padarias que produzem os próprios pães tendo restrição de horário de funcionamento, depois das 19h, vão ter que reduzir sua produção. “Se isso for temporário, em 15 dias talvez seja suportável, mas se estender ao longo do tempo vai ficar bem difícil manterem as vagas de emprego”, pontuou.

 

 

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