Prefeita de Sinop quer facilitar reforma de casas para famílias de baixa renda

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A prefeita Rosana Martinelli (PR) encaminhou um projeto de lei à câmara de vereadores para instituir em Sinop um programa de assistência técnica pública e gratuita para habitação de interesse social. O benefício será concedido a pessoas de baixa renda e abrange a elaboração do projeto, reforma, ampliação e emissão do Habite-se.

O candidato terá que cumprir alguns requisitos. Deverá ser responsável pela família, ter no mínimo de 18 anos, possuir renda de até três salários, aplicar o benefício em loteamento legalizado, possuir apenas um imóvel no município, e estar inserido no Cadastro Único do Município (CadÚnico). Também precisa se comprometer a terminar as obras de cada módulo no prazo de até 12 meses.

As construções deverão ter até 64 metros quadrados, não podem possuir ou exigir estrutura especial, deverão permitir ampliação, de forma modular, para até 80 metros quadrados, e será vetada a construção de mais de uma residência em um mesmo terreno.

Caso o projeto seja aprovado, os pedidos deverão ser protocolados na Secretaria de Assistência Social. A pasta ficará responsável pela análise dos documentos que serão requisitados, como identidade, CPF, e comprovantes de endereço, de renda, de posse do terreno, entre outros.

Os beneficiários ficarão isentos da taxa de análise e aprovação, pagamento de certidões municipais, Impostos Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) da obra e do profissional e da taxa de Habite-se. Terão que se comprometer, no entanto, a iniciar a construção em até três meses após a entrega do projeto.

O programa deverá ofertar, inicialmente, 20 plantas padrão por mês. A prefeita destacou na mensagem ao projeto que não haverá ônus para o município, uma vez que não serão empregados servidores públicos no programa.

“Além de proporcionar as condições anteriormente referidas, será oportunizado ao Poder Executivo a celebração de Termo de Convênio ou Termos de Parcerias com entidades promotoras de programas de capacitação profissional, residência ou extensão universitária nas áreas de arquitetura e urbanismo, o que diminuirá os custos para a manutenção da aplicabilidade dessa lei”.

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