Pré-candidato Welington Fagundes volta a criticar demora para conclusão do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande

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O senador e pré-candidato ao governo de Mato Grosso, Welington Fagundes (PL), reafirmou suas críticas às obras do BRT, entre Cuiabá e Várzea Grande, que se arrastam desde 2014, quando deveriam ser entregues no formato VLT. As declarações do senador ocorreram, momentos antes de sua participação numa sessão solene promovida Assembleia Legislativa de Mato Grosso e a TV Senado, para celebração dos 50 anos da lei de Vicente Vuolo, que tem assegurado a expansão da malha ferroviária no estado.

Recentemente, o governador Otaviano Piveta (Republicanos) que também é pré-candidato à reeleição, chegou a prometer o funcionamento do sistema até o final desse mês. No entanto, alegando entraves com o consórcio de empresas que tocam a obra, esticou o prazo de inauguração para dezembro deste ano. “É mais uma obra inacabada e prometida como tantas outras que estamos vendo os problemas, apontados pelo Tribunal de Contas do Estado”, afirmou Welington.

Ele ressaltou, os prejuízos financeiros e sociais pela troca do modal VLT por BRT, ainda no governo Mauro Mendes (União), que lançou Piveta como seu sucessor ao governo nas eleições deste ano, em Mato Grosso. “É importante dizer que o modal foi modificado e os trens que estavam aqui, foram vendidos para o VLT da Bahia, aonde está funcionando o VLT normalmente atendendo milhares de pessoas por dia. Mas o tempo vai mostrar se foi um erro ou acerto”, argumentou o senador.

Conforme Welington, Mato Grosso arcará por muito tempo com o prejuízo de ações mal planejadas. “Está provado que Mato Grosso ainda paga e continuará pagando por esse prejuízo que foi mudar o modal e, principalmente, pela promessa feita de que entregariam a obra neste ano e ainda não foi cumprida até hoje, por esse governo e agora diz estar entregando um trecho do percurso até o final do ano”, criticou o senador.

Entre as críticas de Welington Fagundes, tiveram como base, as denúncias de obras rodoviárias de má qualidade realizadas por empresas sem fiscalização e que foram feitas às pressas, mudando a qualidade dos asfaltos das estradas pelo interior do estado. “Estão desmanchando. Isso é o TCE que tem reafirmado, verificando in loco, após denúncias de parte de vereadores e prefeitos”, observou o parlamentar.

Convenções partidárias-

Ao avaliar a falta de apoio à sua pré-candidatura por três prefeitos do PL, Welington afirmou, que até o momento, não existem candidaturas postas. Segundo ele, as convenções do PL serão entre o dia 15 de julho e 5 de agosto e somente depois disso, que os partidos poderão cobrar fidelidade partidária, aos projetos da sigla ao Governo, Senado, Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O último dia 2, finalizou-se o prazo para que os governos assinassem convênios com as prefeituras. “É obrigação de todos os prefeitos buscarem recursos. O prefeito Piaia do L, esteve no meu gabinete, gravou e agradeceu as emendas de recursos alocados por mim para seu município. Depois ele ao Palácio Paiaguás buscar mais recursos”, esclareceu.

Deu na Imprensa

Ao comentar os últimos noticiários em novel nacional sobre Republicanos e PL estarem unidos pelo governo de Mato Grosso, nestas eleições, Welington Fagundes rebateu e assegurou o direito de todas as siglas no processo democrático por candidaturas próprias. “Sempre defendi e continuarei defendendo que quanto mais candidatos, será melhor para o cidadão. Vejo que eles têm essa insistência de não aceitar mais candidatos para concorrer. Nós estamos vivendo em Copa do Mundo, imagina qualquer seleção querer ganhar por W.O.? Pode ser até por WF (Wellington Fagundes), mas por W.O. não”, acrescentou.

 

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