Fecomércio avalia que só redução do ICMS não resolve problemas do centro histórico

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O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT), o empresário Sebastião Gonçalves, mais conhecido como Tião da Zaeli avaliou como possível a redução do ICMS para empresários que atuam na região do centro histórico de Cuiabá, desde que haja “vontade política” entre os envolvidos nesse processo, que voltou à tona, após a publicação da Lei Complementar nº 849 de 2026 de autoria do deputado estadual, Diego Guimarães (Republicanos). “É possível, basta querer e ter vontade política”, afirmou Zaeli, durante visita ao Stand da Famato, no primeiro dia da 58º Expoagro, em Cuiabá.

No cargo há pouco menos de seis meses, Zaeli não teve acesso a elaboração da lei complementar, mas ressaltou o apoio a iniciativa parlamentar que deve ter discussões ampliadas com outros setores do comércio, Iphan e proprietários de imóveis históricos no centro da cidade. “É uma situação complexa que lida com vidas, heranças familiares, isentar somente o ICMS não é a solução. O mundo inteiro tem problemas com o centro histórico”, alertou.

Zaeli citou os mesmos problemas sociais em todas as cidades brasileiras e do mundo. “São Paulo, o nordeste inteiro tem essa dificuldade de ocupar o centro histórico. Não é tão fácil. O projeto é bom, mas como falei tem que ter vontade políticas de todos. Tudo é possivel”, assegurou.

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